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How to tell if a Diamond is real
Notas de joalheira3 min de leitura 22 out 2026

Como saber se um Diamante é verdadeiro

Natural ou criado em laboratório, um Diamante é sempre um Diamante. Saiba como reconhecer imitações como a Zircónia Cúbica, a Moissanite ou o vidro, e porque é que não vale a pena arriscar o velho teste de riscar o vidro.

Neste artigo encontra um guia simples para distinguir um Diamante de outras pedras e imitações, com algumas verificações que pode fazer em casa.

Um Diamante é um Diamante, quer se tenha formado nas profundezas da terra ao longo de milhões de anos ou num laboratório. Uma imitação é outra coisa: uma pedra diferente, que parece um Diamante mas tem outra composição. Eis o que os nossos joalheiros observam e o que pode verificar sozinho.

Um Diamante de laboratório é um Diamante verdadeiro

Um Diamante é carbono puro organizado num cristal e é isso que faz dele a mais dura de todas as pedras preciosas. Um Diamante de laboratório tem exatamente a mesma composição, dureza e brilho que um Diamante extraído de uma mina. A única diferença é a forma como se formou. Nem um joalheiro os consegue distinguir a olho nu, e só um laboratório gemológico com equipamento especializado pode dizer de onde vem um Diamante.

Nas nossas coleções escolhemos Diamantes de laboratório, para não contribuir para a indústria de extração mineira com as nossas peças.

O que é um Diamante falso

Um Diamante falso é uma pedra ou um pedaço de vidro, ou seja, é feito de outro material, escolhido por se parecer com um Diamante. Estes são os mais comuns:

  • Zircónia Cúbica (8 Mohs): um cristal feito em laboratório, menos duro do que um Diamante e com um brilho mais colorido, como um arco-íris.
  • Moissanite (9,25 Mohs): uma pedra bonita por si só, com um brilho ainda mais colorido. Pode enganar os testes simples.
  • Safira Branca (9 Mohs): uma pedra preciosa verdadeira, com um brilho mais suave e discreto.
  • Vidro (cerca de 5,5 Mohs): risca-se facilmente e as arestas ficam arredondadas com o uso.

O que pode verificar em casa

Nenhum destes testes é prova por si só, mas juntos dão-lhe boas pistas.

  1. Bafeje a pedra: num Diamante, o embaciado desaparece num ou dois segundos, porque o calor se dispersa rapidamente. No vidro ou na Zircónia o embaciado dura mais tempo.
  2. Observe o brilho: à luz do dia, um Diamante brilha em branco e cinzento, com toques de cor. Reflexos fortes de arco-íris indicam que a pedra é uma Zircónia Cúbica ou Moissanite, e um brilho baço indica vidro.
  3. Observe de perto: com uma lupa, as facetas de um Diamante encontram-se em arestas nítidas e afiadas. O vidro mostra riscos, arestas arredondadas e, por vezes, pequenas bolhas de ar. Pequenas marcas naturais dentro da pedra, chamadas inclusões, são normais tanto em Diamantes de mina como de laboratório.
  4. Tente ler através da pedra: se tiver a pedra solta, sem estar cravada num anel ou noutra joia pode experimentar esta técnica. Coloque a pedra de cabeça para baixo sobre uma página impressa. No caso de ser um Diamante, as letras ficam desfocadas e não se conseguem ler.
  5. Certificados: se estiver a comprar um anel com Diamantes grandes ou com uma lapidação rara, pode considerar pedir um certificado.

Não recomendamos o teste do risco

Talvez já tenha ouvido dizer que um Diamante verdadeiro risca o vidro. É verdade, mas a Safira, a Moissanite e até o quartzo também o podem fazer, por isso o teste não lhe dá toda a informação e pode lascar a sua pedra. Um Diamante resiste aos riscos como nenhuma outra pedra, mas uma pancada forte no ângulo errado pode danificá-lo.

Ainda tem dúvidas?

Se continuar com dúvidas, pode sempre perguntar a um joalheiro. Tem uma pedra que herdou ou encontrou numa gaveta? Traga-a ao nosso atelier no Chiado ou na LX Factory, e a nossa equipa terá todo o gosto em vê-la.

Está a pensar numa peça com um Diamante, como um anel de noivado? Desenhamos e fazemos peças personalizadas em Ouro e Prata reciclados, com pedras antigas ou novas, e podemos dar vida à sua ideia.

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